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terça-feira, 28 de novembro de 2017

DIFERENTES TIPOS DE PADRÃO DE BELEZA NO MUNDO

Austrália: um corpo atlético
Na Austrália, em geral o padrão de beleza acompanha o corpo atlético, Que fique bom ao usar um biquíni. Diferente do resto da Ásia, lá eles valorizam o bronzeado.


ÍNDIA Piercings, tatuagens
As mulheres indianas normalmente usam saris coloridos, se pintam com henna, usam piercings dourados no nariz e o famoso terceiro olho, tudo isso para simbolizar feminilidade e também status – sempre relacionado aos maridos.tradicionalmente, ser uma mulher magra não era atrativo nem considerado saudável na Índia, mas recentemente os padrões ocidentais têm invadido o país e a magreza já é um padrão para as mulheres indianas mais jovens.

Mauritânia Fazendas para engordar mulheres
Os homens africanos da Mauritânia, consideram que o padrão ideal de beleza feminino são mulheres grandes, por isso, até hoje ainda existem tipos de fazendas para engordar as mulheres, totalmente o oposto das academias que estamos acostumadas. Embora essa prática já esteja morrendo aos poucos, ainda existem meninas a partir de 7 anos sendo tiradas das escolas para serem levadas para as fazendas. E dizem que é bem como você está imaginando: elas são forçadas a comer coisas “engordantes” durante todo o dia.

Nova Zelândia Tatuagem facial

A tribo original da Nova Zelândia é chamada de Maorie, tradicionalmente, essas pessoas costmavam a ter grandes tatuagens tribais cobrindo seus rostos Essas tatuagens são chamadas de Ta Moko e antigamente tinham a ver com status da pessoa – era um processo tão agressivo que muitas vezes poderia levar o tatuado à morte mas hoje, representa a cultura do país mantendo-se viva, já que os descendentes de Maoris ainda utilizam as tatuagens faciais como uma forma de cultivar a tradição.
Índia, Tailândia e Malásia Pele clara
Normalmente com pele parda, as sul asiáticas de vários países, mas principalmente da Índia, Tailândia e Malásia, sofrem com um padrão ocidental mais comum na Europa e Estados Unidos: a pele clara. Quanto mais clara, mais bonita a mulher se sente nesses locais e, para isso, utiliza cosméticos fortes e alvejantes. O que é prejudicial, principalmente quando a mulher não tem muito dinheiro, que acaba utilizando produtos piratas ainda mais danosos.

Irã Nariz perfeito

Sabemos que plástica no nariz é algo muito comum no mundo inteiro, mas no Irã tem uma conotação diferente (e Teerã é a cidade com maior numero de rinoplastias no mundo).Como as mulheres usam véus e trajes com o corpo e cabelo todo tapado, o nariz acaba sendo uma parte estratégica para as mulheres, pois é uma das poucas partes que fica a mostra. E, é claro, que o padrão ideal desse nariz perfeito é ocidental, bem diferente dos narizes de nascença da maioria das iranianas.
Mianmar Pescoços longos
No país asiático, e também no norte da Tailândia onde muitos imigrantes do país vivem, é muito comum encontrar as mulheres da tribo Karenis, conhecidas por alongar o pescoço com argolas de metal, que forçam os ombros para baixo e deixam o pescoço das mulheres muito mais comprido. É um ritual agressivo, que começa com meninas aos 5 anos de idade e, por causa das argolas, causa diversos danos, como os músculos do pescoço não suportarem mais o peso da cabeça. Ainda existe, mas está cada vez menos comum.



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Modelos Plus Size

Quando se pensa em modelo, a primeira coisa que vem a cabeça são aquelas mulheres extremamente magras e altas que a gente sempre vê nas passarelas e nos ensaios fotográficos. Mas esse ramo envolve um outro tipo de mulher, que vem conquistando, aos pouquinhos, o seu lugar na mídia: as modelos plus size. 
As modelos plus size não seguem os padrões de beleza esquelético ou marombeiro, mais desejados hoje em dia, essas modelos plus size mostram que cada mulher tem seu tipo de beleza. Elas têm mais curvas, um bumbum mais volumoso, coxas grossas e seios fartos. O melhor de tudo é que as modelos Plus Size estão ficando cada vez mais populares pelo mundo. Marcas famosas já se renderam às curvas delas e, aos poucos, ela estão representando, na grande mídia, mulheres que usam outros manequins além do P ou PP.
A moda plus size é direcionada para pessoas, especialmente mulheres, que usam roupas acima do padrão convencional usado nas lojas, que usam roupas de tamanho acima do 44 e calçados acima do 39. A quantidade de potenciais clientes das roupas GG é, ao mesmo tempo, oportunidade e desafio, já que atuar nesse nicho exige uma compreensão sobre o público, suas necessidades, anseios, percepções e comportamentos.São pessoas que não querem apenas vestir uma roupa que atenda ao seu manequim, mas, sobretudo, ressaltar seu estilo e beleza por meio do uso de roupas e acessório.
A modelo Fluvia Lacerda é uma das modelos plus size mais famosas do país,a modelo carioca (considerada a Gisele Bündchen do universo plus size),escancarou sua discordância quanto à aplicação da palavra “gorda” como xingamento. “Ser chamada assim não é o fim do mundo! Não vejo nada de ofensivo nessa palavra. Existe uma lavagem cerebral para transformá-la em palavrão”, afirmou, em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”.


O segmento da moda plus size é um mercado que cresce a cada ano e movimentou, em 2014, cerca de R$ 5 bilhões, o que representa 5% do faturamento total do segmento de vestuário, segundo a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest) – dados que mostram que o mercado ainda se encontra muito aquém do seu verdadeiro potencial da moda.



Fontes:http://revistapegn.globo.com/Como-abrir-uma-empresa/noticia/2016/07/moda-plus-size-e-oportunidade-para-pequenas-empresas.html
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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Um pouco sobre os distúrbios de Demi Lovato

  Demetria Devonne Lovato, também mais conhecida como Demi, é cantora, compositora e atriz, nascida no dia 20 de agosto de 1992, na cidade de Albuquerque nos Estados Unidos. Famosa pelos seus gêneros musicais entre Pop, dance, R&B e soul, após a separação de seus pais, a cantora foi morar em Dallas no Texas, com sua mãe e sua irmã, e foi lá que começou sua carreira tão popular entre os jovens apaixonados pela Disney até os fãs fanáticos por suas canções.
   Os problemas de Demi começaram aos 7 anos e demorou um tempo para que ela percebesse que precisava de ajuda. No fim do ano de 2012, Demi pediu ajuda e foi internada em uma clínica de reabilitação para tratar alguns problemas como bulimia, anorexia, depressão e automutilação. Entre todos esses problemas que a cantora apresentou, antes de ser internada, Demi já havia passado muitas preocupações, por aparecer em eventos e lugares deixando mostrar cortes pelo braço, e por estar emagrecendo cada vez mais.


No ano de 2013, por volta de julho, o site Capricho publicou uma entrevista dada ao apresentador Ryan Seacrest e postada no site do E!, Demi contou o que ela passou. Segue aqui algumas perguntas da entrevista:

Ryan: Nós ficamos surpresos quando recebemos a notícia que você iria procurar tratamento. O que a levou a essa decisão?
Demi: Havia algumas coisas, fisicamente e emocionalmente, que eu estava fazendo comigo mesma, que eu percebi que não eram saudáveis. Eu provavelmente não continuaria viva se eu continuasse a tratar meu corpo como eu estava tratando. Depois de anos com distúrbios alimentares, depressão, e auto mutilação eu decidi procurar um médico e me tornar uma paciente. Comecei a lidar com a depressão quando eu tinha 7 anos. Eu tinha pensamentos suicidas, o que não é normal para uma criança.
Ryan: Você estava vivendo uma vida dupla então? Por que, por fora, você era uma menina linda e saudável, mas que por dentro tinha muitos problemas.
Demi: Eu era como o dia e a noite. Em frete das câmeras eu conseguia ficar super ligada, afinal isso faz parte de ser atriz, e como música, você sobe ao palco e põe tudo para fora, indiferente do que você esteja enfrentando na vida.  Então eu tive que colocar a minha vida pessoal na frente a minha carreira, o que é muito difícil para mim, pois a minha carreira é como eu me conheço e lidar com isso.
Ryan: Quem sabia?
Demi: Havia algumas pessoas que trabalhavam comigo, minha família e algumas pessoas que notavam um comportamento estranho em mim quando eu me alimentava, pois eu sempre ia ao banheiro depois do jantar e as pessoas percebiam. Eu sempre dizia que não.
Ryan: O que você aprendeu sobre você nesse processo?
Demi: É um problema diário e com certeza será um problema que eu terei que lidar para o resto da minha vida.  Eu fico muito frustrada, às vezes, pensando; “Por que eu não podia ter nascido normal?”. Mas é assim com vícios. Será uma batalha diária, eu nunca serei perfeita. Mas enquanto eu acordar e tomar meu café da manha pensando que continuarei tendo essa atitude e que eu vou vencer aquele dia, vou conseguir. Não importa quantos pensamentos negativos venham a minha cabeça. Às vezes eu como, uma colherada por vez, pensando: “eu posso fazer isso”. Mas eu tenho muito suporte ao meu redor.
Ryan: Fale um pouco do seu novo single .
Demi: Quando eu ouvi Skyscraper, achei incrível. Eu a gravei um ano antes de passar por tudo isso e enquanto cantava no estúdio, me derreti em lágrimas. Eu me lembro de pensar que era o choro de pedido de ajuda. Porque eu não tinha contado para ninguém dos problemas e que eu precisava de ajuda. Eu a gravei de novo , depois da reabilitação, porque a minha voz está bem mais forte agora que eu parei de vomitar depois de cada refeição. Para mim essa música é um símbolo de ser a canção que eu gravei depois do tratamento e que passa uma mensagem. Ela representa tudo o que eu quero falar sobre procurar ajuda para todas as minhas fãs podem estar lidando.
Vídeo de Demi Lovato: Skyscraper que significa Arranha-céu, após sua recuperação
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Demi_Lovato                 https://capricho.abril.com.br/famosos/demi-lovato-abre-o-jogo-em-entrevista-e-revela-tudo-que-a-levou-a-reabilitacao/#ampshare=https://capricho.abril.com.br/famosos/demi-lovato-abre-o-jogo-em-entrevista-e-revela-tudo-que-a-levou-a-reabilitacao/
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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

A beleza da negra é como qualquer beleza.


A rejeição ao que foge do padrão branco de beleza é um fato, como o cabelo afro que ainda é considerado por muitas pessoas como 'sujo'. E o momento é de um trabalho pesado em direção à aceitação, não apenas da individualidade de cada um, mas de que o brasileiro, por si só, não tem um único referencial do que é belo, como acontecia na Grécia Antiga.

Em agosto de 2017, a miss Brasil Monalysa Maria Alcântara Nascimento passou por vários comentários totalmente racistas. Após o reinado do seu título, muitos não estavam aceitando a representação dela. Principalmente por conta de que era o segundo ano consecutivo ganhado por uma mulher negra e a terceira negra a vencer o concurso. Antes dela, Raíssa Santana, do Paraná, ganhou em 2016, e Deise Nunes, do Rio Grande do Sul, em 1986. As mídias se tornaram bem movimentadas durante o concurso, e muitos estavam "apenas" contra a cor da piauense.
"Acho que isso se deve ao fato de que, infelizmente, vivemos em uma cultura na qual aprendemos a odiar todas as representações do negro: a pele, o cabelo, a boca, o nariz. Acredito que temos avançado em um caminho para romper alguns estigmas em relação a isso, mas precisamos continuar para que possamos avançar cada vez mais", completa Monalysa.

Já o famoso Míròn vai além, explicando que não é só a mulher que precisa fazer uma desconstrução, mas o povo brasileiro como um todo, ainda mais porque, vivendo na eterna síndrome do vira-lata, ele acredita sempre que está em desvantagem em relação aos demais povos. "O brasileiro tem essa crise de autoestima, uma falta de identificação por causa desse sincretismo social. Nós ainda não víamos qual é essa cara do brasileiro. E agora a gente vê que esse é o brasileiro, ele é tudo isso. Cada um começa a aflorar com a sua questão. O fato de nós sermos tudo isso e as pessoas não aceitarem ser tudo isso... Eu quero ser único, a minha pele quer ser única, o meu cabelo quer ser único... Essa questão da exclusividade de ser brasileiro não existe. Não foi passado nenhum manual para nós do que é ser brasileiro."

"O processo de desconstrução e reconstrução é diário, já que o racismo tem muitas formas de dizer o quanto a mulher negra e crespa é inadequada. Conhecer a história dos heróis negros e heroínas negras desde criança foi muito importante para a formação da minha autoestima, assim como uma figura materna preta, forte, linda e que sempre fez questão de reforçar o quanto ser negra me faz maravilhosa", completa a ativista e youtuber Xan Ravelli, do canal Soul Vaidosa.

E Monalysa Alcântara completa, que também acredita nesse caminho como a saída para toda intolerância que é noticiada por aí: "poderíamos incentivar a aceitação da beleza mostrando sempre a nossa essência real, sem nos apegarmos a um padrão ou a um único estilo".

Aqui embaixo, estão alguns comentários preconceituosos contra a Miss, que repercutiram muito no Twitter:






























Lembrando que de acordo com o Código Penal brasileiro, ofender a dignidade ou o decoro utilizando elementos de raça, cor, etnia, religião, origem ou condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência está enquadrado no crime de injúria racial, que estabelece pena de reclusão de um a três anos.

Miss 2017 Monalysa Alcântara, após receber a faixa da Miss 2016 Raissa Santana
 Fontes Referenciais: 
http://www.huffpostbrasil.com/2017/09/25/miss-brasil-2017-e-a-dificuldade-do-brasileiro-em-aceitar-a-beleza-que-o-representa_a_23221815/
http://emais.estadao.com.br/noticias/moda-e-beleza,monalysa-alcantara-a-miss-brasil-e-vitima-de-racismo-na-internet,70001944849http://www.joaoalberto.com/2017/08/21/monalysa-alcantara-do-piaui-e-a-nova-miss-brasil-vou-dar-voz-a-todas-as-mulheres/
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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Modelo da Victoria Secret’s diz que foi cortada de um desfile por ser negra


Há algum tempo a indústria da moda parece estar evoluindo: vemos desfiles sem distinção de gênero ou idade, inclusão de vários tamanhos para roupas e também modelos de diferentes etnias nas passarelas. Mas nos bastidores a evolução não ganhou tanta força. Modelos negras (ou plus size) ainda reclamam do tratamento diferente que recebem quando não há câmeras para gravar. A modelo Leomie Anderson fez no último sábado, 16, um desabafo sobre um casting ao qual ela compareceu e foi dispensada por ser negra. "
No sábado (16/9), a modelo postou um desabafo no Twitter falando sobre ser dispensada de um casting apenas por ser negra! A modelo não citou o nome da marca ou dos estilistas que cometeram o ato de racismo, mas se mostrou muita chateada. “Eu não acredito que fui para um fitting às 8:40 da manhã, para ser colocada em uma fila com outras seis meninas brancas e assistir a elas serem selecionadas” twittou a modelo.“E depois disseram: ‘Ele não encontrou nenhum look para vocês’, para mim e para uma modelo brasileira bronzeada. Escolheram apenas uma menina mestiça com cabelo cacheado como cota”.

Sobre estas experiências, Anderson também comentou que é mais comum do que se imagina: “Eu sinto que existem muitas situações em que modelos negras se sentem como uma segunda classe durante as Semanas de Moda ou em trabalhos”. E adicionou: “O único jeito de andar para frente nesta industria é com a entrada de pessoas novas, com novas ideias e outra perspectiva”.
Fonte:https://www.bonde.com.br/diversao/destaque/modelo-diz-que-foi-cortada-de-desfile-por-ser-negra-451513.html
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